Fazendo um velocista

Atenção: Esta postagem ainda é um esboço.


 Velocistas são personagens como FLASH, mercúrio, ligeirinho, papa léguas, cascão fugindo da chuva, etc. Estes são personagens que vez por outra geram polêmica em jogos. Basicamente porque, que a velocidade, vêm muitas outras consequências lógicas. Mas você tem que adquirir essas consequências com pontos!

Ele pode ficar invisível (tão rápido que os olhos não podem ver), dar um \”soco de massa infinita\”, dar uma saraivada de socos, correr tão rápido que não afunda na água ou escala prédios correndo, criar ciclones, criar vácuos para apagar chamas ou sufocar inimigos, vibrar suas moléculas em uma frequência que o permite atravessar paredes, entre outras coisas?

Sim!

Mas tem que adquirir cada uma dessas vantagens em separado! Não basta comprar deslocamento básico e deslocamento ampliado em níveis altíssimos pra isso.

Dito isso, no GURPS Powers e no GURPS Supers há regras adicionais que permitem ter uma espécie de poder mais flexível ou usar os poderes eventualmente de uma forma não prevista inicialmente. Mas não vou entrar nesse mérito, pois são opções que dependerão muito do julgamento do mestre, mas recomendo a leitura de ambos os suplementos se você quiser se aprofundar mais em algumas opções de jogo para jogos de super-heróis (isso se você souber inglês claro, pois a Devir só traduziu os módulos básicos).

Recomendo também os suplementos da linha power ups, em especial o Power up: enhancements e o power up: limitations.

Vou traduzir aqui alguns elementos destes suplementos que serão úteis para se fazer um velocista.

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ARCANA

 

Valdisnei Madeinusa, o grande mago da ciência paleontológica atual fala à Veja Isto a respeito de ciência, magia, religião e, evidentemente, paleontologia.

Valdisnei é especialista em magia de identificação com ênfase em história, técnico nas mágicas de réplica formal e no encanto de conservação.

Formado pela Academia Real de Ciências Arcanas e Não Arcanas da Província do Grão-Pará (ARCANA-GP) em Ciências Biológicas e Ciências Arcanas de Identificação, fez mestrado e doutorado em Paleontologia na Academia Real de Ciências Arcanas e Não Arcanas da Província Cisplatina (ARCANA-CP).

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Gigantes versus fadinhas, parte 1.

De vez em quando alguém pensa em como redimensionar as armas e armaduras para seres maiores e menores. Então resolvi pesquisar nos suplementos de GURPS e achei no High Tech, no Low tech companion 2: Weapons and warriors. Além de um detalhe retirado do Low tech. Juntei tudo aqui, com mais algum comentário meu (em verde). Estas regras não são exaustivas, nem totalmente realistas (e, dependendo do Modificador de Tamanho, nem seria interessante ou factível buscar realismo aqui) e o mestre pode se sentir à vontade para fazer os ajuste e considerações que achar adequado ao estilo da campanha.

No Dungeon Fantasy 3 há mais uma regra específica para guerreiros diminutos, que não é compatível com a do Low tech, mas irei citar aqui, como um bônus ao final. Usei essa a regra pra puxar a tabela retirada do low tech até MT-6 (ela ia até MT-4). O padrão na tabela é, em todo caso, perceptível, podendo prosseguir para ambos os lados além dos limites indicados. 

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Elfos, orcs e anões.

Não dá para jogar um jogo de RPG de fantasia sem as raças de fantasia, né? Claro que dá! Mas vamos mesmo assim pegar as principais raças de fantasia pra colocar em nosso jogo. Fiz uma varredura entre os diversos suplementos para pegar as principais variações das principais raças e fazer algo mais em cima disso (os modelos originais coloquei no final do tópico para quem quiser consultar).
\”Vamos ser amigos!\”

Mas, claro, você é o mestre, adapte o modelo à vontade para melhor se adequar ao seu cenário ou ao que você espera da raça. Aumentando ou diminuindo o nível de algo, colocando ou tirando algo do template, Incorporando alguma sugestão no template ou tornando algo do template uma sugestão. 

Uma possibilidade é criar lentes, fazendo sub-raças (talvez os orcs das cavernas sejam mais lentos e tenham visão noturna, enquanto os que vivem próximos a humanos não são tão feios, só desagradáveis, mas não tenham destemor, por exemplo). Ou simplesmente fazer diferentes modelos para diferentes sub-raças (como os elfos do dungeon fantasy), o que pode ser uma opção melhor se as diferenças forem muito grandes.
Não se esqueça de ler o capítulo 7 do GURPS MÓDULO BÁSICO PERSONAGENS e o capítulo 15 do GURPS MÓDULO BÁSICO CAMPANHAS, ambos sobre modelos de personagem (templates, no original em inglês).

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Faunos (sátiros)

Para um jogo (que espero que ainda aconteça) futuro, resolvi jogar com um fauno e como não havia encontrado um na quarta edição, resolvi fazer um baseado no modelo do GURPS Fantasy Folk, da 3ed, adaptando-o para a 4ed. Me baseei no modelo racial original, bem como na descrição dos mesmos presente no livro, além de um leve toque de minha percepção pessoal dos mesmos. Esses faunos são, portanto, mais próximos da versão do GURPS Fantasy Folk do que de antigas versões gregas, renascentistas, de filmes de terror, ou de outras obras modernas.

Na verdade, depois procurei melhor e achei um modelo de 1 fauno no GURPS dungeon Fantasy e de 1 sátiro no GURPS fantasy (onde está como uma criatura e não como raça jogável), então aproveitei e peguei mais umas ideias desses templates, mas, ainda assim, me baseei mais no Fantasy Folk,  que é o que tem mais background.

Acrescentei aqui também tradução de parte do texto que acompanha a raça no Fantasy Folk (não tudo que tem no capítulo, mas informações que considerei mais relevantes a quem quiser usar os personagens em uma aventura, deixando de lado informações que seriam mais restritas a cenários específicos

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